COMENTÁRIOS ANÔNIMOS

Em função do grande número de spam e mensagens ofensivas,
comentários anônimos infelizmente não são mais permitidos neste blog.

A respeito das críticas quanto à credibilidade das informações em nossos
artigos, vale notar que todos possuem referências bibliográficas.
Nosso principal objetivo é abordar assuntos que carecem de fontes seguras
na internet e ajudar na pesquisa de quem busca por eles.

Mostrando postagens com marcador Sociedades Secretas. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Sociedades Secretas. Mostrar todas as postagens

Illuminati: os soldados da Nova Ordem

. Os iluminados de idéias radicais que se rebelaram contra a Igreja no século XVIII e se misturaram à maçonaria para criar a mais poderosa organização subterrânea que já existiu.

No livro Anjos e Demônios, de Dan Brown, o professor Robert Langdon faz uma descoberta assustadora. Ao analisar o peito de um físico assassinado, ele vê a marca de uma antiga fraternidade secreta conhecida como Illuminati – a mais poderosa organização subterrânea que já existiu. Seus membros ressurgem das sombras para concluir a batalha contra seu pior inimigo: a Igreja Católica.
Parece mesmo livro de ficção. No entanto, muitos pesquisadores garantem que há algo de verdade nessa história. E vão além, dizendo que os Illuminati estão por aí até hoje e pretendem acabar com as identidades nacionais, destronar os monarcas e estabelecer o que chamam de Nova Ordem Mundial – uma espécie de governo global dominado por meia dúzia de mentes brilhantes. “Graças à fuga de vários membros dos Illuminati, começamos a conhecer a existência de um plano infernal que pretende submeter 99% da humanidade aos caprichos malvados de 1%”, diz o escritor e numerólogo americano Robert Goodman, que acaba de lançar na Espanha El Libro Negro de los Illuminati (O Livro Negro dos Illuminati, inédito no Brasil).

• Os mais perfeitos

Goodman joga no time dos “teóricos da conspiração”, que vêem rastros da antiga irmandade em todo canto – dos atentados do 11 de Setembro à morte de Diana, a princesa de Gales. Outros investigadores são menos alarmistas, mas não deixam de expressar medo. “De todas as sociedades secretas que pesquisei, os Illuminati são de longe a mais vil”, diz a americana Sylvia Browne, autora de As Sociedades Secretas Mais Perversas da História (Prumo, 2008). “Embora 75% do que se diz sobre eles seja especulação, preocupo-me com os outros 25%.”

Ao longo dos séculos, o termo illuminati (iluminados, em latim) foi usado para denominar diversas organizações, reais e fictícias. Hoje, ele se refere principalmente aos Illuminati da Baviera, uma sociedade secreta criada na Alemanha pelo filósofo Adam Weinshaupt, no ano de 1776. Weinshaupt foi educado por padres jesuítas, mas tinha uma queda por rituais pagãos e pelo maniqueísmo – uma religião fundada pelo profeta persa Mani, no atual Irã, cujo dogma é dualístico: diz que a luz e a escuridão (Deus e Diabo) estão em constante disputa para reclamar a alma das pessoas.

“Weinshaupt decidiu formar um corpo de conspiradores para libertar o mundo do que chamava de dominação jesuíta da Igreja em Roma, trazendo de volta a pura fé dos mártires cristãos”, diz Sylvia. “Foi assim que ele fundou a Sociedade dos Mais Perfeitos, nome que mudou para Illuminati (na sua tradução, os intelectualmente inspirados). Os cinco membros originais foram escolhidos entre os alunos da Universidade de Ingolstadt, onde ele ensinava direito canônico.”

Os pupilos tinham de jurar obediência à organização, que se dividia em três categorias. A mais baixa, Berçário, incluía os níveis Preparação, Noviço, Minerval e Illuminatus Menor. Depois vinha a Maçonaria, com os graus Illuminatus Major e Illuminatus Dirigens. Já a mais alta, Mistérios, englobava os graus Presbítero, Regente, Magus e Rex – o supremo.

Nas reuniões do grupo, Weinshaupt atendia pelo nome de Spartacus e transmitia aos alunos ensinamentos proibidos pelo clero. Embora alguns pesquisadores digam que ele conseguiu ingressar na maçonaria, ninguém parece ter provas de que os maçons apoiaram suas idéias radicais. Certo é que o grupo de cinco iniciados se expandiu pela Alemanha, despertou a desconfiança do governo e virou alvo de intensa repressão. Tanto que Weinshaupt precisou fugir do país em 1784. Para muitos, foi o fim dos Illuminati. Outros acreditam que o grupo continuou a operar na clandestinidade, defendendo ideologias como o anarquismo e o comunismo. Assim, estariam por trás da Revolução Francesa, da Revolução Russa e do nascimento dos EUA.

• Governo global

Segundo a turma da conspiração, a influência dos Illuminati nos EUA foi tamanha que vários de seus símbolos estão estampados na nota de um dólar. “Eles usam sinais para transmitir informação entre si. O presidente Roosevelt, maçom do 33º grau, aproveitou o desenho na nota para incluir toda essa informação como pista para novos projetos dos Illuminati”, diz Goodman. “Um deles seria a Segunda Guerra Mundial, uma espécie de ensaio geral da Nova Ordem.”

Para alguns pesquisadores, grupos herdeiros dos Illuminati hoje manejam as finanças, a imprensa e a política internacionais. Entre essas organizações estariam sociedades secretas como a Crânio e Ossos (Skull and Bones), uma fraternidade dos estudantes da Universidade Yale, e o clube Bilderberg, que reúne políticos, empresários, banqueiros e barões da comunicação. “Acredita-se que eles querem um único governo global”, diz a pesquisadora espanhola Cristina Martin, autora do livro El Club Bilderberg. “Um mundo com uma só moeda, um só exército e uma só religião.”

• Os códigos da verdinha

.
Especialistas dizem que os Illuminati deixaram várias pistas de sua influência sobre a sociedade americana na nota de US$ 1. No verso, há uma pirâmide cujo cume representa a elite da humanidade, esclarecida pelo “olho que tudo vê” – um símbolo emprestado de outra sociedade secreta, a maçonaria. A base da pirâmide é cega e feita de tijolos idênticos, que representam a população. A inscrição em latim Novus Ordo Seclorum (Nova Ordem dos Séculos) alude ao grande projeto dos Illuminati. O número 13, utilizado nos rituais do grupo, aparece em vários lugares: nas estrelas sobre a águia, nas flechas que ela segura com uma das patas, nos frutos e folhas do ramo que ela segura com a outra, nas listras verticais do escudo à frente da águia e nos 13 andares da pirâmide. “Precisamos de lupa para ver outro detalhe na frente da nota: uma minúscula coruja, símbolo da fraternidade, que aparece no canto superior direito”, diz o jornalista espanhol Santiago Camacho, autor de La Conspiracion de los Illuminati (A Conspiração dos Illuminati, inédito no Brasil).

- Onde estão as pistas
.
- Olho que tudo vê
- Pirâmide de tijolos iguais
- Inscrição Novus Ordo Seclorum
- 13 estrelas
- 13 frutos e folhas
- 13 listras verticais
- 13 flechas
- Coruja

Fontes
Texto por Eduardo Szklarz
Revista Superinteressante, nº 258 (novembro de 2008)

Franco-Maçonaria

• Origem

Uma das sociedades secretas de que mais se falou na face da Terra foi a Franco-Maçonaria.
Chamar a franco-maçonaria de sociedade secreta é provavelmente um tanto inadequado, desde que membros da associação declararam que o grupo não é mais tanto uma sociedade secreta, mas sim uma sociedade que mantém alguns segredos. Muitos dos ex-membros maçons já publicaram artigos sobre os rituais franco-maçons, que é espantoso que qualquer de seus mistérios sejam abandonados.
.
As origens da franco-maçonaria são inteiramente obscuras. Existem muitas hipóteses em relação à sua formação. Pelo menos três das explicações são as mais prováveis.
.
•••••••Os primeiros maçons, ou pedreiros (em francês, maçon quer dizer pedreiro), foram, de modo geral homens livres. Em determinada época, as várias habilidades do ofício representavam um prêmio por causa da grande quantidade de igrejas, castelos e catedrais que estavam sendo construídos. Pedreiros e outros artesãos, ao contrário de servos e lavradores, tinham liberdade de ir e vir, porque eram competentes no negócio da construção e podiam viajar e encontrar trabalho à vontade. A partir de então se tornaram conhecidos como pedreiros livres, ou franco-maçons. Eles trabalhavam em pedra de cantaria (um tipo de pedreira livre) e eram, “pedreiros de cantaria”, que evoluiu para “pedreiros livres”.
.
•••••••
A última e mais provável explicação vem do termo francês franc-macon, ou pedreiro livre, trabalhador a quem uma igreja concedeu um contrato para trabalhar na sua propriedade, sendo, portanto, “livre” de taxação ou regulação pelo rei ou pela municipalidade local.
.
•••••••Uma das principais tradições franco-maçônicas surgiu quando os maçons livres se reuniam para construir um edifício grande. Primeiro eles construíam um “alojamento” para abrigar-se e alimentar-se enquanto completavam a empreitada, podiam ser alojamentos temporários, para poucos meses de trabalho ou permanentes para muitos anos de trabalho. Essas estruturas evoluíram para as lojas maçônicas dos dias modernos, são os centros dirigentes dos franco-maçons.

• Os símbolos

Os maçons foram buscar em fontes distintas os elementos que sinalizam e sintetizam seu mundo particular.
Pesquisar o significado dos símbolos maçons é o cerne do desenvolvimento iniciático. Essa busca começa no dia da iniciação. Não existem maçons que sabem e maçons que ainda não sabem, só existem os que ainda buscam.
O que significam, afinal tantos símbolos? A resposta é: se você quer saber, torne-se um deles e descubra por si mesmo.
O objetivo da fraternidade é permitir que o homem “construa” a si próprio nos planos intelectual, moral e espiritual. Por isso, as ferramentas inspiradas no mundo da construção são importantes se entendidas no nível simbólico.
Os ritos, por sua vez, não podem ser resumidos a dicionários para ser compreendidos. O que eles propõem são pistas de reflexão. Os iniciados vão explorá-las sozinhos ou em grupos.
A evolução de um maçon é orgnizada em graus. Cada grau corresponde a um conjunto de símbolos, e há mais de 90 diferentes originários dos ofícios ligados à construção civil:

Malho

O malho é uma espécie de martelo de ferro ou pau, ele é usado para se bater o ferro em brasa na bigorna. Na maçonaria representa a ferramenta de trabalho do Aprendiz, para alegoricamente, desbastar a pedra ou educar a agreste e inculta personalidade para uma vida ou obra superior. O malho simboliza a vontade, energia, decisão, o aspecto ativo da consciência, necessário para vencer e superar os obstáculos.

Cinzel

O cinzel é um instrumento cortante em uma das extremidades e é usado especialmente por escultores e gravadores. Para os maçons representa o intelecto e sugere o trabalho inteligente. Instrumento do grau de Aprendiz. Simbolicamente, serve para desbastar a pedra bruta da personalidade.

Compasso

Instrumento com que se descrevem curvas que tem todos os pontos equidistantes de um centro. A Maçonaria adota o Compasso como um de seus grandes símbolos e o coloca sobre o Altar da Loja enlaçado com o Esquadro para simbolizar a Macrocosmo, e a Bíblia para significar a sabedoria que ilumina e dirige tanto o Macrocosmo como o Microcosmo (neste particular o maçom). Como instrumento simbólico, é emblema de medida e justiça.

Esquadro

Na contrução civil - Instrumento para medir ângulos retos e tirar linhas perpendiculares e paralelas.

Maçonaria - Um dos símbolos mais usados, que, junto ao compasso, representa o emblema mais conhecido dos maçons. Simboliza a Equidade, Justiça e Retidão, e constitui a jóia do cargo de venerável Mestre, porque este deve ser o maçom mais reto e justo da Loja.
Em conjugação com o compasso, que representa Deus, ou o Eu Superior, para o qual deve o iniciado dirigir constantemente suas aspirações, o esquadro substitui o quadrado para representar o mundo, ou o eu inferior com seus desejos e paixões subjugadas e dominadas, e recorda ao maçom que deve buscar unir-se à sua fonte de origem e desprender-se das ilusões terrenas.

Avental

É a peça mais importante na Maçonaria. Distintivo indispensável do trabalho. É o único que dá ao maçom o direito de entrar nos Templos e participar das reuniões. Sua forma e cores variam de acordo com os graus e Ritos, mas seu significado místico é o mesmo. O Avental Branco, sem adornos, do 1º grau, indica a pureza da alma, que se supõe tê-la alcançado neste grau.
O azul celeste está associado com a dedicação espiritual. Nos graus 1 e 2 não aparecem nenhum metal, pois o maçom esteve, teoricamente, se despindo de todos os metais e transmutando-os em riquezas espirituais.
.
Azul: Cor da Safira que simboliza a piedade, o equilibrio, a lealdade e a sabedoria. Cor que figura nos graus 3, 4 e 14 do Rito Escocês Antigo e Aceito. É a cor celeste que caracteriza as Lojas Simbólicas e os maçons dos três primeiros graus.
.
Luvas

Tem sido usado pelos maçons como marca de distinção e pureza. Depois de sua recepção, o Aprendiz recebe dois pares de luvas brancas, dos quais um se destina a ele e o outro “à dama que mais ele amasse”. A Luva branca recebida no dia de sua iniciação, tem como objetivo lembrar os compromissos assumidos pelo maçom.

Nível

É a jóia móvel usada pelo Primeiro Vigilante das Lojas Maçônicas simbólicas ou azuis. Representa a igualdade e está em relação com o enxôfre e a coluna Jachim.

Prumo

Indica que o maçom deve ser reto no julgamento, sem se deixar dominar pelo interesse, nem pela afeição.

Trolha ou Colher de Pedreiro

A trolha ou colher de pedreiro é adotada pela Maçonaria como instrumento simbólico com a qual se aplica a argamassa humana destinada a realizar a unidade. Tal qual o pedreiro cimenta as várias pedras para formar um todo que é o edifício.

Régua

A régua é o símbolo da Retidão. Representa a boa administração do tempo que deve ser divido no auto conhecimento, meditação, estudo e repouso.
.
Em suma, a maçonaria é uma sociedade muito complexa e intensa em suas características, logo, seria leviano de minha parte banalizar o assunto ao ponto de colocá-lo aqui de forma resumida. Então, em outras postagens, abordarei mais sobre esta sociedade fascinante.

Fontes
Sociedades Secretas e como elas afetam nossas vidas hoje, Sylvia Browne
Revista História Viva - ano VI, nº 71

Opus Dei



Fundada em 1928 por São Josemaría Escrivá de Balaguer, a Opus Dei (em latim, Obra de Deus) é uma sociedade religiosa extremamente conservadora que incentiva o retorno aos antigos valores cristãos e condena a modernização da doutrina católica de acordo com a mentalidade do Terceiro Milênio.
Além da santificação no trabalho e nas realidades cotidianas, a filosofia tradicionalista da Opus Dei promove também conversões ao catolicismo, maior participação dos fiéis na Eucaristia, prática assídua dos demais sacramentos, difusão do Evangelho e iniciativas de solidariedade para com órgãos diocesados.

Simbolizada pela cruz cristã inserida em um círculo que representa a fé alcançando todo o planeta através das mãos de seus seguidores e hoje uma força global presente em 64 países, a Opus Dei enraizou-se na Espanha - mais especificamente em sua capital, Madrid - e acredita que o homem não deve procurar por Deus apenas dentro dos muros de uma igreja.
Com a publicação de O Caminho - 999 pontos de meditação para ajudar o devoto a realizar a Obra de Deus em sua vida, livro traduzido em 42 idiomas e com mais de 4 milhões de exemplares vendidos, em 1934, Escrivá incentivou sacrifícios imensos por parte de seus simpatizantes em nome de Deus.

• Organização

Favorita do Vaticano graças à fidelidade de seus seguidores ao fundador da organização, a Opus Dei tornou-se parte da estrutura hierárquica da Igreja Católica em 1982, com a Constituição Apostólica Ut Sit. João Paulo II elevou-a ao título de prelazia pessoal do próprio papa e aprovou a canonização de Escrivá em 2002, apenas 27 anos após a sua morte - tempo indubitavelmente curto se levarmos em consideração que um processo de beatificação não costuma estender-se por menos de um século.
Estranhamente, a promoção da Opus Dei aconteceu no exato ano em que a organização fez uma suposta transferência de singelos 1 bilhão de dólares para o Instituto de Obras Religiosas (Banco do Vaticano), livrando-o de uma falência constrangedora.

O Concílio Vaticano II criou a figura jurídica das prelazias pessoais a fim de viabilizar missões pastorais específicas, nas quais leigos e sacerdotes trabalham todos sob a autoridade de um prelado.
Para designar o prelado - espécie de líder do qual dependem os fiéis para a realização de seus compromissos espirituais, formativos e apostólicos espontaneamente assumidos - convoca-se um congresso geral eletivo. Cargo vitalício, o prelado exerce-o através de conselhos, exortações, normas e preceitos.

Entretanto, além do prelado e de seu próprio clero (ou presbitério), a Opus Dei é constituída também por duas categorias nas quais estão subdividos os seus 85 mil membros: os numerários e os supranumerários.
Os numerários, quase sempre figuras proeminentes na sociedade, praticam com maior frequência a Disciplina e o celibato e correspondem a algo em torno de 30% da organização. Já os supranumerários, casados e profissionais de todos os gêneros, constituem família como um presente ao Espírito Santo e representam a busca pela plenitude em cada momento de suas vidas através da Obra de Deus.

Nas sedes residenciais da Opus Dei, as mulheres têm acesso aos edifícios exclusivamente por meio de uma entrada transversal e são mantidas acústica e visualmente separadas dos homens, limpam seus aposentos sem qualquer remuneração, dormem em assoalhos duros (enquanto os homens têm direito a esteiras) e submetem-se à mortificação corporal com o dobro de intensidade.

• Castigo Corpus Meum

A mortificação corporal é um ritual sagrado de união à paixão e à cruz de Cristo, e muitos santos a praticaram.

Objeto de grandes controvérsias, o cilício - cinta de couro cravejada por espinhos metálicos - costuma ser preso na coxa, próximo à virilha. Lembrança perpétua dos sofrimentos de Cristo, também ajuda a controlar os desejos da carne. Os homens utilizam-no por um período máximo de duas horas diárias, enquanto as mulheres, como penitência pelo pecado original de Eva, precisam utilizá-lo pelo dobro do tempo estipulado.
Outro método de mortificação previsto é a chibata, uma corda pesada e cheia de nós com a qual golpeia-se as próprias costas ou nádegas ao menos uma vez por semana.

Porém, a prática da Disciplina consiste não apenas em sessões de automutilação, mas também em atitudes simples que evidenciam a importância de cada pequeno detalhe da vida - como a renúncia a um copo de água no exato momento da sede, por exemplo.
Atuando como um dos mais sólidos alicerces da Opus Dei, há a chamada Sinceridade Selvagem: ato de um membro contar aos seus superiores segredos íntimos e cada mínimo pensamento que atravessar sua mente. Caso não o faça, supor-se-á que esteja mantendo confidências com Satanás.

• Deus é Brasileiro

A Opus Dei chegou ao Brasil em 1950, mais especificamente em Marília, interior de São Paulo. Hoje, reúne mais de 1.700 seguidores e está presente no Distrito Federal e nos estados de Minas Gerais, Paraná, Rio Grande do Sul e Rio de Janeiro.

• Os Números da Fé

Dos 85 mil membros da Opus Dei, 42.500 são mulheres e 98% são leigos.
São 19 mil sacerdotes e 20 membros diretamente ligados ao Vaticano - dentre eles, um cardeal e um responsável pelas relações públicas do papa.
Presente em 64 países de todos os continentes, reúne 1.600 fiéis na África; 47 mil na Ásia e na Oceania; 29.500 nas Américas e 49.200 na Europa.
.
Além das inúmeras instituições nas quais está envolvida, preside também 166 residências estudantis - nas quais estão matriculados mais de 35 mil alunos -, 15 universidades e sete hospitais.

Fontes
Opus Dei.org
A Verdadeira História da Opus Dei, Mark Dowd
O Código da Vinci, Dan Brown